A edição de 2017 do hádoc conta, pela primeira vez, com a atribuição de um prémio para MELHOR DOCUMENTÁRIO, responsabilidade do júri, que será constituído por cinco elementos.

A par do prémio do júri, e pelo segundo ano consecutivo, será realizada a ESCOLHA DO PÚBLICO, de acordo com as votações dos espectadores.

Em cada filme, será atribuído a cada pessoa um boletim de voto com uma escala de 1 a 7, que vai do “aterrador” ao “soberbo”.

Os membros do público deverão rasgar o boletim no valor que pretendem atribuir, sendo que cada voto corresponde a um valor de 1,43 (rasgar um 1 dá uma pontuação de 1,43, enquanto rasgar um 7 dá uma pontuação de 10), resultando numa pontuação de 1 a 10.
A classificação de cada filme será divulgada no dia seguinte à sua exibição, na página inicial do hádoc.

 
 

Ana Luísa Costa

Nasceu em 1986 na Nazaré, mas rapidamente foi reencaminhada para Leiria. Desdobra a sua vida em diversos ofícios, todos eles ligados à veia criativa. Se fosse biologicamente possível, poderia perfeitamente ter sido concebida numa noite de paixão entre Uma Thurman e Vanessa Paradis enquanto a Madonna cantava.
Começou a fazer teatro quando ainda era pequenina, tem participado maioritariamente em curtas ligadas ao género terror / suspense, anseia pela oportunidade de participar numa comédia romântica para aliviar a tensão e adora cinema sul-coreano. Atualmente, está mais ativa no circuito de stand-up comedy.

 
 

Catarina Mamede

Nasceu em Coimbra. Membro fundador da ecO – Associação Cultural de Leiria, em 2006, tem trabalhado em produção cultural dentro e fora do contexto associativo.
Licenciou-se em Turismo e Património e actualmente frequenta o Mestrado de Comunicação e Media. Apaixonada por cinema (vê de tudo, só não vê filmes de terror sozinha), por cozinha, livros e fotografia. É vegetariana e tem dois sonhos: comprar uma quinta e transformá-la num santuário para animais (para todos, até osgas) e poder viajar para todas as grandes cidades do mundo.
É mãe de um menino e escrava de duas gatas.

 
 

João Ferreira

Leiriense de gema há quatro décadas. Espectador atento à cena cultural da cidade. Com ligação à fotografia desde os anos noventa, e desde 2012 dedicado a projectos de fotografia documental. Profissionalmente ligado à indústria de moldes, há 20 anos.

 
 

Luís Fernandes

Músico, artista sonoro e programador cultural nascido em Braga, em 1981. O seu trabalho é desenvolvido paralelamente nas áreas da composição musical, performance e curadoria artística.
Enquanto músico, é elemento fundador da banda peixe : avião, mentor do projeto The Astroboy e Landforms, membro do coletivo La La La Ressonance, entre outras colaborações, nomeadamente na composição de música para cinema, vídeo e instalações.
É diretor artístico do Festival Semibreve e do gnration, em Braga.

 
 

Sérgio Felizardo

Nasceu em 1974, em Leiria, e em 1992 ingressou no curso de Comunicação Social na Universidade da Beira Interior. Na Covilhã, viveu 16 anos. Foi jornalista no “Notícias da Covilhã” e “Diário XXI” e, em 2005, abraçou a co-direcção do IMAGO – Festival Internacional de Cinema Jovem, no Fundão, projeco que desenvolveu até 2009, altura em que abandonou o Interior e se estabeleceu em Lisboa. Depois de uma aventura de seis anos atrás do balcão de uma loja de chocolates, regressou à comunicação social, em 2015. É editor-chefe e diretor de conteúdos da VICE Portugal, melómano e está a tentar recuperar a paixão pelo cinema, abalada pelos anos intensos nos bastidores do IMAGO.