A edição de 2018 do hádoc irá contar, novamente, com a atribuição do prémio para o MELHOR DOCUMENTÁRIO, cuja votação é da responsabilidade do júri, constituído por um painel de cinco elementos, que se internacionaliza pela primeira vez, com dois membros vindos do outro lado do Atlântico.
O prémio do júri tem o apoio exclusivo da Câmara Municipal de Leiria.

O prémio, no valor de 1500 euros, será entregue numa sessão especial do hádoc, fora da competição, em data a anunciar.

A par do prémio do júri, e pelo terceiro ano consecutivo, será realizada a ESCOLHA DO PÚBLICO, de acordo com as votações dos espectadores.


 
 

Alex Gozblau

É ilustrador e também falhou no resto.

 
 

André Pereira

O André sente, escreve e brinca. Escritor e argumentista, vai para a rua escrever cartas a desconhecidos (O Que Te Quero Dizer). É cronista no Público P3, tem quatro livros publicados e argumentos em televisão, teatro e rádio. Sobe a palco de vez em quando para ofender, provocar e, porventura, fazer rir.

 
 

Borges de Garuva

Brasileiro de Garuva, residente em Joinville desde 1971.
Estudou teatro na Fundação Teatro Guaíra, na Faculdade de Artes do Paraná, em Curitiba. Graduou-se na Unisul em Produção em Multimídia Digital.
Trabalhou por 23 anos como educador no Instituto Bom Jesus/Ielusc, onde foi responsável, durante 10 anos, pelas áreas de arte e comunicação social. Atuou na implantação do curso superior de Comunicação Social do Ielusc (Jornalismo e Publicidade
& Propaganda), onde foi professor de Novas Tecnologias em Comunicação e, posteriormente, coordenador do Setor de Fomento & Projetos.
Publicou “Cobaia” (1995), “A muitas vozes” (2006), “Teatro: cinco textos” (2016) e “Contos do mar” (2016).
Escreveu 26 peças teatrais e montou, como diretor, 32 espetáculos entre 1983 e 2009.
No campo do audiovisual, realiza estudos e experimentos independentes desde os anos de 1970, quando chegou a realizar curtas em película (super-8), consumidos pelo tempo. Como roteirista e/ou diretor, realizou os curtas “Na torre — um ensaio
sobre a solidão” (1994), “Longe é um lugar” (2003), “Os minutos” (2004), “Ponto de fé” (documentário, 2005), “O guardião” (documentário, 2006) — todos experimentos em VHS. Em 2005, dirigiu “Eu te amo, você não sabe quanto”, roteiro de Jura Arruda.
Como ator, participou dos curtas “A rua da minha janela” (1982), de Nivaldo Lopes; “Um ensaio” (2009), de Fábio Porto; “Pela boca” (2013), de Diego Lara; “O aquário de Antígona” (2016), de Alceu Bett; “Vício” (2016), de Anderson Dresch, e “Lágrimas”, de Yanko del Pino (2017). Atuou em dois longa-metragens: “Outra memória” (2005), docudrama de Chico Faganello, e “Mal-amados” (inédito), de Fábio e Fabricio Porto.
Participações em produções de TV: especiais Joinville 150 anos (2002) e São Francisco do Sul 500 anos (2003), ambos da RBS; e “O brado retumbante” (Rede Globo, 2012). Foi roteirista e apresentador de 14 edições do programa “Palco & Tela” na TV da Cidade, em Joinville.

 
 

Cátia Ribeiro

Tira o curso de Actores e Encenadores da Escola Superior de Teatro e Cinema. Trabalha com encenadores como Rogério de Carvalho, Vladislav Pazi, Joaquim Benite, João Lourenço, Marco Medeiros, entre outros , em textos de William Shakespeare, Tomas Bernhard, Dostoievski, Tchekov, Artur Adamov, Bertolt Brecht, Dea Loher, Kate Fodor, Marius Von Mayenburg, David Greig, etc.
Como encenadora, cria o espectáculo “Sonho de Um Homem Ridículo”, baseado num conto de Dostoievski, onde participa também como actriz, e “Morreste-me”, com texto de José Luís Peixoto, um espectáculo com encenação conjunta com Sandra Barata Belo.
Na televisão, participa em vários trabalhos como “Conta-me Como Foi”, “Liberdade 21”, “Amigos Para Sempre”, “Laços de Sangue”, “Depois do Adeus”, “A Criação”, “Inspector Max”, etc.
Faz direcção de actores para a produtora SP Televisão, onde trabalhou já em vários projectos, como as novelas “Sol de Inverno”, “Mar Salgado”, onde entrou como actriz na personagem de Aurora, “Coração D’Our”o, “Amor Maior”, etc.
Presentemente, faz direcção de actores para a novela “Vidas Opostas”, que irá estrear em abril, na SIC, e está em cena com o espectáculo “RICARDO II”, com encenação de Marco Medeiros, pela companhia Palco13
A maioria do tempo, passa-o a sonhar!!!!

 
 

Juliano Lueders

Juliano Lueders é produtor e diretor audiovisual, possui graduação em Filme & Video pela University of the Arts London e pós-graduação em Cinema Documentário pela Fundação Getúlio Vargas, Brasil. Iniciou sua carreira com o curta NYC@Wapping (sobre os eventos do 11 de Setembro), em parceria com The Wapping Project e Magnum Photos. Realizou trabalhos para Apple Computers, BBC, NFTS, ONU. Atualmente, reside no Brasil, onde desenvolve projetos audiovisuais relacionados com educação, antropologia e sustentabilidade. Seus trabalhos já foram apresentados em festivais como DocsBarcelona, Festival de Edimburgo, Portobelo FF, Soho Rushes e Egito. Acredita no cinema como ferramenta de mudança social.