Vencedores hádoc 2018

 
 
 
 
 
 
 

 
 

O hádoc tem o prazer de anunciar o vencedor da votação do público da edição de 2018.

“Cidade de Fantasmas”, de Matthew Heineman, não só obteve a pontuação mais alta atribuída pelo público do hádoc deste ano, como bateu o valor mais alto estabelecido na edição anterior, com 8,93 pontos.
Fica assim encontrado o filme eleito pelo público entre os sete documentários em competição, que ficaram ordenados da seguinte forma:

  • Cidade de Fantasmas - 8,97

    “City of Ghosts”, de Matthew Heineman

  • Valhalla Americano - 8,27

    “American Valhalla”, de Andreas Neumann e Joshua Homme

  • Olhares Lugares - 8,20

    “Visages Villages”, de Agnès Varde e JR

  • Human Flow, Refugiados - 8,11

    “Human Flow”, de Ai Wei Wei

  • A Terapia - 7,94

    “The Work”, de Jairus McLeary e Gethin Aldous

  • Máquinas - 7,69

    “Machines” de Rahul Jain

  • Burros Mortos Não Temem Hienas - 7,49

    “Dead Donkeys Fear No Hienas”, de Joakim Demmer

 
 

E assim chegámos ao fim do 7.º hádoc – Festival de Cinema Documental de Leiria.
O grande vencedor do júri foi anunciado esta noite, antes da exibição da sessão especial, em estreia nacional, de “Últimos Homens em Aleppo”, com o documentário mais votado pelo júri a ser o “Human Flow – Refugiados”, que o hádoc teve o privilégio de apresentar como último filme em competição.
O prémio de 1500 euros, com o patrocínio da Câmara Municipal de Leiria, vai assim para o realizador Ai Wei Wei, com um filme que não deixou ninguém indiferente na sessão do Teatro Miguel Franco, que nos transportou ao longo de mais de duas horas para os inúmeros campos de refugiados espalhados por todo o mundo, um espelho dos vários êxodos forçados que formam o maior fluxo humano pós-Segunda Guerra Mundial.

Queremos agradecer a todos os elementos do júri, a todos os que ajudaram a tornar possível o hádoc de 2018 e a todos os que nos acompanharam ao longo destes últimos 4 meses, onde exibimos 9 longas metragens e 7 curtas.

Para o ano que vem haverá mais. Mais documentários, mais filmes do real, mais alimento para o cérebro.
Até lá!

 

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